Com toda a certeza o maior vilão dos últimos tempos. A indústria alimentícia vem divulgando o óleo de canola como uma das opções mais saudáveis, mas isso não é verdade. Você sabe o por que desse nome? Canola não passa de uma sigla para “Canadian Oil Low Acid”, que é uma invenção canadense feita em laboratório. Aquela flor que aparece nos rótulos nada mais é do que a planta colza. A canola deriva dessa planta, que é geneticamente modificada sendo o resultado de um cruzamento de várias subespécies de plantas da mesma família.

Ele é um óleo monoinsaturado, mas o grande problema é que quase dois terços desses óleos monoinsaturados presentes na colza se trata de ácido erúcico, um ácido extremamente tóxico e com grande associação a problemas no coração (lesões fibróticas). O que ninguém dizia também é que o óleo de colza não é um óleo comestível, ele é um óleo industrial.

E pasmem, sabe no que ele é usado? Na produção de velas, sabonetes, tintas e até lubrificantes e biocombustível. Além dessas utilidades, a colza também é considerada como um repelente eficiente, quando bem diluída, sendo um veneno para combater pragas em jardins. Ou seja, nem os animais e insetos conseguem ingeri-las.

O óleo canola pode também aumentar o colesterol e causar problemas cardíacos. Isso acontece porque um dos principais contribuintes para esses distúrbios são os processos inflamatórios que se instalam nas artérias e demandam que o corpo direcione suas moléculas de colesterol (as que o nosso próprio corpo produz), que são utilizados na tentativa de amenizar essa inflamação. Se continuarmos com os causadores dessa inflamação (má alimentação, estilo de vida ruim etc), o corpo continua enviando colesterol para tentar minimizar os efeitos da inflamação e vai se acumulando gradativamente até entupir os vasos.

Se convenceu que este é um verdadeiro veneno para a saúde da sua família? Fique longe dele!

Dra. Juliana Lobato

Médica CRM-MT 6918

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